30 de agosto de 2010

Ei... Você me faz bem; gosto-te! Mas posso viver sem você.



“Plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores... Você aprende que realmente pode suportar... Que realmente é forte e que pode ir muito mais longe.” (William Shakespeare)
O importante não é apenas saber quem você é, pois o que somos nem sempre será percebido com a mesma clareza pelo outro. O outro pode percebê-lo de várias maneiras. Saber o que se quer define escolhas, caminhos e sentimentos nos ambientes da vida. O que queremos pode não ser importante para o outro, pode não ser quisto por ele... O QUERER é a soma de tudo o que somos e construímos numa vida, não o submeta ao crivo do olhar alheio. Seja você mesmo o centro de suas escolhas, não permita que alguém ocupe esse lugar!

É inevitável que uma pessoa faça de você a décima parte das várias escolhas, mas nunca aceite que seus sentimentos por ela façam parte disso. Nossos sentimentos não pode fazer parte de um joguete de "par ou impar" na vida de quem gostamos, senão o próprio valor que atribuímos a nós mesmos e ao nosso coração. Ah! E o coração é algo que devemos guardar acima de tudo. Cuide bem dele!

Conheça-se, toque-se, experimente-se, sinta-se, descubra-se e permita ser conhecido por si mesmo... Conhecer-se a si mesmo é saber sobre sua força e sua fraqueza; é a certeza de que os outros podem te ajudar, mas não mais que você mesmo; é se dar conta de que viver é também estar sozinho e se bastar, sentir sozinho e se completar, construir sozinho e conhecer o prazer de um esforço justo e maduro. Entretanto, nunca negue ajuda, dê e saiba também receber, somos todos carentes, NÃO DEPENDENTES! Conhecer a si mesmo é um processo longo e contínuo. Porém, ao se olhar no espelho tente saber quem você é e o que você quer, assim, saberá também lidar com seus sentimentos e encontrará dentro si muitas respostas que outras pessoas se negam a te dar... Não despreze seus sentidos, suas percepções e leituras; saiba se lê, procure também aprender a ler o outro.

Ser humilde para reconhecer o (s) erro (s) é o segredo para se libertar do julgo da culpa, mas nunca se permita ser subjugado por ele. Errar é humano, ser humilhado por um erro é desumano!

Ao final de um “não”, dado ou recebido, sacuda a poeira e não incline o rosto como quem perde, se alegre com o que viveu e aprendeu porque tudo isso ficará eternizado em seu mundo como lembranças para um futuro melhor. E, acima de tudo, aprenda a entender e aceitar que ninguém é igual a ninguém, afinal, somos atraídos pelas diferenças e unidos pela aceitação de todas elas.

Enfim, para todas as estações do ano há sempre o vento de esquina que pode soprar mais forte ou mais fraco, e em todos eles, sempre haverá sensações boas e diferentes!

(Adriano Utsch Egg/Todos os direitos reservados)

5 comentários:

  1. É raposa! Sempre escrevendo coisas bonitas e interessantes, mas tem um dizer que não é bonito, mas é interessante, que é mais ou menos assim: "Eu fujo das tentações, mas bem devagar, para que elas possam me alcançar". Você que é uma raposa legítima entende muito bem essa expressão. Abração amigo!
    DALSON

    ResponderExcluir
  2. kkk...
    Não sou eu apenas....Você também é "raposa"! kkk... Somos ariscos por natureza!
    Saudade de você, amigo!
    Abraço.

    ResponderExcluir
  3. eu acho que cada colhe o que planta.

    lindo texto, verdadeiro e tocante

    ResponderExcluir