Ficamos completamente irracionais em momentos de euforia. Porém, é na "tristeza" que conseguimos racionalizar nossos sentimentos, transformonado-os em força "muda" e "cega". Somos impelidos a refletir tanto nesse momento que somos capazes de identificar causas e efeitos desse estado de conflito interno. Encontramos fragmentos de sentimentos que, antes confusos, passam a ganhar nomes e formas exatas.
Quando alegres, queremos estar juntos dos amigos e de todos que gostamos. Quando tristes, nada mais queremos, senão ficar sozinhos num escuro que só a gente entende e se depura. Entretanto, ao contrário do que muitos pensam e dizem, isso não é tão ruim quando somos capazes de refletir, qualitativamente, a favor de nós mesmos. É ali que evoluímos como pessoa e como indivíduo.
Como quase tudo à nossa volta precisa de ajustes, nós também não somos diferentes. É na tristeza, e nos momentos a sós, que podemos transformar nossos sentimentos em força gladiadora para vencer essa e outras batalhas. Porém, fica a dica: racionalizar tudo isso através da tristeza, não é se definhar na dor que ela causa, mas sim canalizar a fraqueza e fragilidade para forjarmos uma armadura de defesa e luta, uma espécie de autoblindagem.
Certo dia, uma pessoa muito querida me disse alguma coisa do tipo: precisamos “voltar” ao passado traumático para identificar nele o/qual sentimento ficou suprimido e por quê ele nos causam tanta fraqueza. Em seguida, ele preponderou: só assim venceremos nossos medos e desmistificaremos nossos fantasmas. Ele só se esqueceu de dizer que a/na tristeza é o momento certo para isso.
Eu ainda arrisco afirmar: não nos preocupemos quantas vezes ficaremos tristes por isso ou aquilo. Procuremos explorar, ao máximo, o que isso ou aquilo pode nos modificar, mesmo no ambiente da tristeza. Porque tristes, vamos ficar muitas vezes e por vários motivos. Mas, se aprendermos a fazer da tristeza a nossa aliada, poucas vezes nos tornaremos presa fácil dela!
Então... Viva a tristeza! ... Ou melhor, a força que podemos absorver dela.
Quando alegres, queremos estar juntos dos amigos e de todos que gostamos. Quando tristes, nada mais queremos, senão ficar sozinhos num escuro que só a gente entende e se depura. Entretanto, ao contrário do que muitos pensam e dizem, isso não é tão ruim quando somos capazes de refletir, qualitativamente, a favor de nós mesmos. É ali que evoluímos como pessoa e como indivíduo.
Como quase tudo à nossa volta precisa de ajustes, nós também não somos diferentes. É na tristeza, e nos momentos a sós, que podemos transformar nossos sentimentos em força gladiadora para vencer essa e outras batalhas. Porém, fica a dica: racionalizar tudo isso através da tristeza, não é se definhar na dor que ela causa, mas sim canalizar a fraqueza e fragilidade para forjarmos uma armadura de defesa e luta, uma espécie de autoblindagem.
Certo dia, uma pessoa muito querida me disse alguma coisa do tipo: precisamos “voltar” ao passado traumático para identificar nele o/qual sentimento ficou suprimido e por quê ele nos causam tanta fraqueza. Em seguida, ele preponderou: só assim venceremos nossos medos e desmistificaremos nossos fantasmas. Ele só se esqueceu de dizer que a/na tristeza é o momento certo para isso.
Eu ainda arrisco afirmar: não nos preocupemos quantas vezes ficaremos tristes por isso ou aquilo. Procuremos explorar, ao máximo, o que isso ou aquilo pode nos modificar, mesmo no ambiente da tristeza. Porque tristes, vamos ficar muitas vezes e por vários motivos. Mas, se aprendermos a fazer da tristeza a nossa aliada, poucas vezes nos tornaremos presa fácil dela!
Então... Viva a tristeza! ... Ou melhor, a força que podemos absorver dela.
PS: Dê o seu melhor, mesmo não sendo, talvez, o bastante pra o outro. Deixe ser visto como nunca antes observado, percebido. Permita-se ser tocado por você mesmo, mas nunca abusado pelos outros!
Contudo, leve consigo a descoberta de que pode muito além do que você imagina, surpreenda a si mesmo e encantará todos à sua volta.
(Adriano Utsch Egg/todos os direitos reservados)

Adriano, texto após texto vc me surpreende. Parabéns!
ResponderExcluirPedro Henrique
Valeu, Pedro!
ResponderExcluirFiot,obrigado! Ás vz as palavras passam desapercebidas... ;-)
sem comentarios...
ResponderExcluirPerfeitooo!!
tbm vindo de vc já esperava algo surpreendente!!
Obrigado, LICML! (Desculpe, tive que por em singlas) kkk...
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