15 de julho de 2010
13 de julho de 2010
12 de julho de 2010
Prefira a luz!
Não se pode culpar os outros pelas expectativas não correspondidas, tampouco assumir para si a responsabilidade daquilo que não deu certo ou não ocorreu da forma que desejávamos. Devemos julgar por mea-culpa.
Se as escolhas [as nossas e as do outro] fossem meras peças de um jogo de xadrez, bastaria burlar as regras ao bel-prazer do xeque-mate. Mas assim como num jogo, nossas escolhas também estão sob a iminência do "fracasso", principalmente quando não se joga com todas as possibilidades. Quando desconhecemos a possibilidade de um “não”, deixamos de aprender com os erros e nos perdemos no labirinto da prepotência!
As relações que estabelecemos sempre serão "trocas de interesses", e não por definição consciente de nossa parte, mas pelo sutil desejo de aceitar e ser aceito pelo outro, e tudo aquilo que vem consigo.
Erramos não por não saber perder, mas por não aprender que um “não” nem sempre é uma perda, e sim uma oportunidade de nos depurarmos para algo maior que está no porvir. E às vezes, por força do destino, não obtemos o resultado desejado, mesmo assim acertamos pelo simples fato de modificar detalhes: crescemos porque algo foi (re)movido e fez grande diferença. Portanto, não percamos tempo em atribuir culpa, justificar o fracasso ou se atribular com o “não”. É melhor se vestir da experiência oportuna, que se perder nas buscas dos porquês e submergir-se no tempo que não se pode reaver.
(Adriano Utsch Egg/Todos os direitos reservados)
9 de julho de 2010
Faceta
A confiança é um sentimento construído pelo outro, um longo processo que se desenvolve na verdade e na transparência. Somos capazes de confiar pelo simples fato de acreditar, atribuir ao outro a veracidade de si e de sua conduta conosco.
A confiança é algo que nunca se resgata quando perdida pela decepção e engano, é como um vaso que se quebra e, mesmo remontado, nunca mais será o mesmo. Entretanto, a confiança é uma via de mão dupla, não se pode exigi-la sem antes oferecê-la também, com verdade, transparência e, principalmente, compreensão.
Tendemos às reações bruscas e inconsequentes, quando deveríamos usar mais do diálogo: ouvir mais ao invés de discutir e exigir do outro. É melhor dialogar e ter uma oportunidade de ser compreendido do que deixar o nervosismo distanciar de nós as pessoas que gostamos.
(Adriano Utsch Egg/Todos os direitos reservados)
8 de julho de 2010
Quem se importa?
A vida é uma só, e a escolha também! Somos o que somos não pela escolha do outro, tampouco porque numa sessão terapêutica o analista disse que devemos ser isso ou aquilo outro. O mundo interior é uma construção diária, escolhas que compõem o livre arbítrio de qualquer pessoa que sabe onde está e aonde quer chegar.
Nos ensaios da vida, o importante é não se perder em si mesmo... Acreditar que o seu reflexo no espelho é fruto de um cultivo de si próprio, embora possa não ser o seu melhor... Somos capazes apenas quando acreditamos em nós mesmos, quando temos nítida consciência do potencial que temos para realizar mudanças e transformar nosso mundo segundo os nossos olhos e os nossos desejos.
Por que se importar com o que dizem ao nosso respeito? Lamentar-se-ão pelo simples fato de não terem tido a oportunidade de conhecer quem somos, o que “temos” e o que seremos. O preconceito sobreveste a mente naqueles que são incapazes de avançar, romper e desbravar o presente.
Devo temer aos que sempre me lançam sorrisos, pois seus olhos não refletem a verdade. Devo me proteger dos que me elogiam demais, pois do interior de suas almas impera a covardia da maledicência. Devo me esquivar dos que tocam meu ombro e juram amizades com palavras, pois esses sempre estarão longe quando eu precisar; amizade é percepção, não auto-afirmação. Enfim, devo dar importância aos meus olhos, porque por eles entram as minhas definições e deles saem o meu mundo, as projeções do que sou, do que quero e do que não quero... Neles estão os nossos sensores de limites, sinal cujo objetivo é conduzir-nos à reflexão, monólogo interno que permite (re) estudar e (re) direcionar o foco, a busca... Já que “as circunstâncias e os ambientes têm influências sobre nós, mas somos responsáveis por nós mesmos." (William Shakespeare)
Afinal, quem se importa? Eu me importo!
Nos ensaios da vida, o importante é não se perder em si mesmo... Acreditar que o seu reflexo no espelho é fruto de um cultivo de si próprio, embora possa não ser o seu melhor... Somos capazes apenas quando acreditamos em nós mesmos, quando temos nítida consciência do potencial que temos para realizar mudanças e transformar nosso mundo segundo os nossos olhos e os nossos desejos.
Por que se importar com o que dizem ao nosso respeito? Lamentar-se-ão pelo simples fato de não terem tido a oportunidade de conhecer quem somos, o que “temos” e o que seremos. O preconceito sobreveste a mente naqueles que são incapazes de avançar, romper e desbravar o presente.
Devo temer aos que sempre me lançam sorrisos, pois seus olhos não refletem a verdade. Devo me proteger dos que me elogiam demais, pois do interior de suas almas impera a covardia da maledicência. Devo me esquivar dos que tocam meu ombro e juram amizades com palavras, pois esses sempre estarão longe quando eu precisar; amizade é percepção, não auto-afirmação. Enfim, devo dar importância aos meus olhos, porque por eles entram as minhas definições e deles saem o meu mundo, as projeções do que sou, do que quero e do que não quero... Neles estão os nossos sensores de limites, sinal cujo objetivo é conduzir-nos à reflexão, monólogo interno que permite (re) estudar e (re) direcionar o foco, a busca... Já que “as circunstâncias e os ambientes têm influências sobre nós, mas somos responsáveis por nós mesmos." (William Shakespeare)
Afinal, quem se importa? Eu me importo!
(Adriano Utsch Egg/Todos os direitos reservados)
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