16 de dezembro de 2010
17 de novembro de 2010
6 de setembro de 2010
Aba... Aba Pai!
Minh’alma se aquebranta com a saudade de Tua presença. Vem à memória sentimentos que outrora afagavam meu peito, alegara meu coração. Intimidade que trouxera a paz que não se encontra em lugar algum, senão em Teu reino, Tua vida, Teu amor. Sentia-me seguro com o Teu olhar firme sobre mim. Sentia-me forte com a Tua voz suave, comedida.
Engano-me numa busca que noutro tempo fora real, límpida, completa. Sujeito-me num presente que jamais será o passado vivido destemidamente, mas um futuro saudosista, invernoso. Há espinhos, enganos, vácuos. Ademais, uma voz farpada e tênue. Só Tu podes ouvi-la!
Todavia, Teu amor é mais forte, Teu favor mais gerúndio, Tua graça como dissestes: a cada manhã! Faz-me voltar ao primeiro amor! Atrai-me, atrai-me... Atrai meu coração, atrai meu olhar, minh’alma! Retorna-me àquele lugar... Tu o podes!
Aba Pai. Yeshua hamashia!
(Adriano Utsch Egg/Todos os direitos reservados)
30 de agosto de 2010
Ei... Você me faz bem; gosto-te! Mas posso viver sem você.
“Plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores... Você aprende que realmente pode suportar... Que realmente é forte e que pode ir muito mais longe.” (William Shakespeare)
O importante não é apenas saber quem você é, pois o que somos nem sempre será percebido com a mesma clareza pelo outro. O outro pode percebê-lo de várias maneiras. Saber o que se quer define escolhas, caminhos e sentimentos nos ambientes da vida. O que queremos pode não ser importante para o outro, pode não ser quisto por ele... O QUERER é a soma de tudo o que somos e construímos numa vida, não o submeta ao crivo do olhar alheio. Seja você mesmo o centro de suas escolhas, não permita que alguém ocupe esse lugar!
É inevitável que uma pessoa faça de você a décima parte das várias escolhas, mas nunca aceite que seus sentimentos por ela façam parte disso. Nossos sentimentos não pode fazer parte de um joguete de "par ou impar" na vida de quem gostamos, senão o próprio valor que atribuímos a nós mesmos e ao nosso coração. Ah! E o coração é algo que devemos guardar acima de tudo. Cuide bem dele!
Conheça-se, toque-se, experimente-se, sinta-se, descubra-se e permita ser conhecido por si mesmo... Conhecer-se a si mesmo é saber sobre sua força e sua fraqueza; é a certeza de que os outros podem te ajudar, mas não mais que você mesmo; é se dar conta de que viver é também estar sozinho e se bastar, sentir sozinho e se completar, construir sozinho e conhecer o prazer de um esforço justo e maduro. Entretanto, nunca negue ajuda, dê e saiba também receber, somos todos carentes, NÃO DEPENDENTES! Conhecer a si mesmo é um processo longo e contínuo. Porém, ao se olhar no espelho tente saber quem você é e o que você quer, assim, saberá também lidar com seus sentimentos e encontrará dentro si muitas respostas que outras pessoas se negam a te dar... Não despreze seus sentidos, suas percepções e leituras; saiba se lê, procure também aprender a ler o outro.
Ser humilde para reconhecer o (s) erro (s) é o segredo para se libertar do julgo da culpa, mas nunca se permita ser subjugado por ele. Errar é humano, ser humilhado por um erro é desumano!
Ao final de um “não”, dado ou recebido, sacuda a poeira e não incline o rosto como quem perde, se alegre com o que viveu e aprendeu porque tudo isso ficará eternizado em seu mundo como lembranças para um futuro melhor. E, acima de tudo, aprenda a entender e aceitar que ninguém é igual a ninguém, afinal, somos atraídos pelas diferenças e unidos pela aceitação de todas elas.
Enfim, para todas as estações do ano há sempre o vento de esquina que pode soprar mais forte ou mais fraco, e em todos eles, sempre haverá sensações boas e diferentes!
(Adriano Utsch Egg/Todos os direitos reservados)
20 de agosto de 2010
Intimidade.

Pai como é bom te chamar assim.
Ter você bem junto de mim e deitar em seu colo.
Meu pai, precioso é o Teu amor por mim,
Tua presença me satisfaz, me faz sentir tão seguro.
Corro pros Teus braços de amor,
Como a criança que anseia...
Por proteção e por um lugar seguro, Senhor.
Me toma em tuas mãos, senhor, e me leva pra passear,
Quero ser um contigo, fomos feitos um pro outro, Senhor.
12 de agosto de 2010
9 de agosto de 2010
Confiar Nele é a esperança do porvir.
Há momentos que questionamos a Deus os porquês de várias coisas... E às vezes, o silêncio e o desencontro de respostas inquietam nossa alma, nossa mente e coração. A fé e a esperança parecem desfalecer no peito. E quando quase sem ar, só restam os joelhos dobrados defronte ao clamor e intimidade com o Pai.
Lágrimas molham o rosto e clamam mais que as próprias palavras... Nesse momento, de dependência, uma paz sobrenatural envolve a alma e reaviva as forças e a crença de que Ele é real, que Suas promessas e fidelidade continuam presentes, ainda que nos esqueçamos delas. Vem, então, Sua voz que afaga o coração, acalmando a alma que, antes, queria se abater com as circunstâncias da vida. Daí, surge a certeza de que nem sempre haverá resposta para tantos porquês, mas a necessidade de entendermos que o ‘crer’ e ‘confiar’ vão além do que os olhos precisam ver, ou que os ouvidos precisam ouvir, já que tudo está sob Sua vontade e controle...
Assim, o bom ânimo ressurge e percebemos que, por mais que as circunstâncias tentem nos provar o contrário, o melhor será feito e dado por Ele, afinal, “Deus não é homem para que minta; nem filho de homem para que se arrependa. Porventura, tendo Ele prometido, não o fará?”. (Números 23:19)
"Deus tem o melhor pra mim/nós!".
Lágrimas molham o rosto e clamam mais que as próprias palavras... Nesse momento, de dependência, uma paz sobrenatural envolve a alma e reaviva as forças e a crença de que Ele é real, que Suas promessas e fidelidade continuam presentes, ainda que nos esqueçamos delas. Vem, então, Sua voz que afaga o coração, acalmando a alma que, antes, queria se abater com as circunstâncias da vida. Daí, surge a certeza de que nem sempre haverá resposta para tantos porquês, mas a necessidade de entendermos que o ‘crer’ e ‘confiar’ vão além do que os olhos precisam ver, ou que os ouvidos precisam ouvir, já que tudo está sob Sua vontade e controle...
Assim, o bom ânimo ressurge e percebemos que, por mais que as circunstâncias tentem nos provar o contrário, o melhor será feito e dado por Ele, afinal, “Deus não é homem para que minta; nem filho de homem para que se arrependa. Porventura, tendo Ele prometido, não o fará?”. (Números 23:19)
"Deus tem o melhor pra mim/nós!".
(Adriano Utsch Egg/Todos os direitos reservados)
15 de julho de 2010
13 de julho de 2010
12 de julho de 2010
Prefira a luz!
Não se pode culpar os outros pelas expectativas não correspondidas, tampouco assumir para si a responsabilidade daquilo que não deu certo ou não ocorreu da forma que desejávamos. Devemos julgar por mea-culpa.
Se as escolhas [as nossas e as do outro] fossem meras peças de um jogo de xadrez, bastaria burlar as regras ao bel-prazer do xeque-mate. Mas assim como num jogo, nossas escolhas também estão sob a iminência do "fracasso", principalmente quando não se joga com todas as possibilidades. Quando desconhecemos a possibilidade de um “não”, deixamos de aprender com os erros e nos perdemos no labirinto da prepotência!
As relações que estabelecemos sempre serão "trocas de interesses", e não por definição consciente de nossa parte, mas pelo sutil desejo de aceitar e ser aceito pelo outro, e tudo aquilo que vem consigo.
Erramos não por não saber perder, mas por não aprender que um “não” nem sempre é uma perda, e sim uma oportunidade de nos depurarmos para algo maior que está no porvir. E às vezes, por força do destino, não obtemos o resultado desejado, mesmo assim acertamos pelo simples fato de modificar detalhes: crescemos porque algo foi (re)movido e fez grande diferença. Portanto, não percamos tempo em atribuir culpa, justificar o fracasso ou se atribular com o “não”. É melhor se vestir da experiência oportuna, que se perder nas buscas dos porquês e submergir-se no tempo que não se pode reaver.
(Adriano Utsch Egg/Todos os direitos reservados)
9 de julho de 2010
Faceta
A confiança é um sentimento construído pelo outro, um longo processo que se desenvolve na verdade e na transparência. Somos capazes de confiar pelo simples fato de acreditar, atribuir ao outro a veracidade de si e de sua conduta conosco.
A confiança é algo que nunca se resgata quando perdida pela decepção e engano, é como um vaso que se quebra e, mesmo remontado, nunca mais será o mesmo. Entretanto, a confiança é uma via de mão dupla, não se pode exigi-la sem antes oferecê-la também, com verdade, transparência e, principalmente, compreensão.
Tendemos às reações bruscas e inconsequentes, quando deveríamos usar mais do diálogo: ouvir mais ao invés de discutir e exigir do outro. É melhor dialogar e ter uma oportunidade de ser compreendido do que deixar o nervosismo distanciar de nós as pessoas que gostamos.
(Adriano Utsch Egg/Todos os direitos reservados)
8 de julho de 2010
Quem se importa?
A vida é uma só, e a escolha também! Somos o que somos não pela escolha do outro, tampouco porque numa sessão terapêutica o analista disse que devemos ser isso ou aquilo outro. O mundo interior é uma construção diária, escolhas que compõem o livre arbítrio de qualquer pessoa que sabe onde está e aonde quer chegar.
Nos ensaios da vida, o importante é não se perder em si mesmo... Acreditar que o seu reflexo no espelho é fruto de um cultivo de si próprio, embora possa não ser o seu melhor... Somos capazes apenas quando acreditamos em nós mesmos, quando temos nítida consciência do potencial que temos para realizar mudanças e transformar nosso mundo segundo os nossos olhos e os nossos desejos.
Por que se importar com o que dizem ao nosso respeito? Lamentar-se-ão pelo simples fato de não terem tido a oportunidade de conhecer quem somos, o que “temos” e o que seremos. O preconceito sobreveste a mente naqueles que são incapazes de avançar, romper e desbravar o presente.
Devo temer aos que sempre me lançam sorrisos, pois seus olhos não refletem a verdade. Devo me proteger dos que me elogiam demais, pois do interior de suas almas impera a covardia da maledicência. Devo me esquivar dos que tocam meu ombro e juram amizades com palavras, pois esses sempre estarão longe quando eu precisar; amizade é percepção, não auto-afirmação. Enfim, devo dar importância aos meus olhos, porque por eles entram as minhas definições e deles saem o meu mundo, as projeções do que sou, do que quero e do que não quero... Neles estão os nossos sensores de limites, sinal cujo objetivo é conduzir-nos à reflexão, monólogo interno que permite (re) estudar e (re) direcionar o foco, a busca... Já que “as circunstâncias e os ambientes têm influências sobre nós, mas somos responsáveis por nós mesmos." (William Shakespeare)
Afinal, quem se importa? Eu me importo!
Nos ensaios da vida, o importante é não se perder em si mesmo... Acreditar que o seu reflexo no espelho é fruto de um cultivo de si próprio, embora possa não ser o seu melhor... Somos capazes apenas quando acreditamos em nós mesmos, quando temos nítida consciência do potencial que temos para realizar mudanças e transformar nosso mundo segundo os nossos olhos e os nossos desejos.
Por que se importar com o que dizem ao nosso respeito? Lamentar-se-ão pelo simples fato de não terem tido a oportunidade de conhecer quem somos, o que “temos” e o que seremos. O preconceito sobreveste a mente naqueles que são incapazes de avançar, romper e desbravar o presente.
Devo temer aos que sempre me lançam sorrisos, pois seus olhos não refletem a verdade. Devo me proteger dos que me elogiam demais, pois do interior de suas almas impera a covardia da maledicência. Devo me esquivar dos que tocam meu ombro e juram amizades com palavras, pois esses sempre estarão longe quando eu precisar; amizade é percepção, não auto-afirmação. Enfim, devo dar importância aos meus olhos, porque por eles entram as minhas definições e deles saem o meu mundo, as projeções do que sou, do que quero e do que não quero... Neles estão os nossos sensores de limites, sinal cujo objetivo é conduzir-nos à reflexão, monólogo interno que permite (re) estudar e (re) direcionar o foco, a busca... Já que “as circunstâncias e os ambientes têm influências sobre nós, mas somos responsáveis por nós mesmos." (William Shakespeare)
Afinal, quem se importa? Eu me importo!
(Adriano Utsch Egg/Todos os direitos reservados)
25 de junho de 2010
Tempo: expressões invisíveis
Aprendi que a vida não é a soma dos anos vividos ou das expressões deixadas pelo tempo que se esvai aos poucos. A é somada por momentos que tatuam a alma, pelas lágrimas que acrescentam experiências e ensinam que tudo foi importante; e também participação direta e/ou indireta de pessoas que, mesmo no seu silêncio, deixam grandes provérbios ou revérberos.
Aprendi que o verdadeiro amor pedi sim algo em troca: a eternidade!
Aprendi que depois da própria vida, o coração é a mais bela obra-prima de Deus, pois dele nasce as expressões humanas e desumanas, ambas refletem a vida do homem. No coração está tudo o que somos, dele reflete o que nos tornamos. É também a fonde de sentimentos que preenchem a vida, bem como ressentimentos que açoitam a alma.
Aprendi que é melhor sonhar acordado e ter bons motivos para se esforçar a cada dia, do que acordar e perceber que os dias que se passaram foram tão vazios as noites passadas.
Aprendi que aquela pessoa [prisioneira de nossa memória] ao partir, não deixa apenas o perfume de sua alma em nossos pulmões. Ela também nos agracia com seus bons frutos que perpetuaremos por toda a vida.
Aprendi que um verdadeiro amigo tem nos olhos a capacidade de adentrar o obscuro do nosso "eu" e nos desenhar de olhos fechados. O primeiro a perceber que alguma coisa mudou, algo está errado... E até quando estamos apaixonados! Tudo passa, no entanto ele continua companheiro e, verdadeiramente, merecedor do nosso amor, carinho e gratidão!
Aprendi que a única certeza que posso ter é que vivi até aqui. Por isso vale fazer valer a pena: de alegria ou tristeza, gritar bem alto sem ensurdecer o vizinho; abrir mão das diferenças e entender as entrelinhas da alteridade; perdoar e saber receber o perdão. Ultrapassar os limites, perder a vergonha, fazer careta para o medo e para o orgulho; andar descalço, dançar na chuva, dizer “eu te amo” e jamais retribuir com aquele riso medíocre e desprovido de empatia; não hesitar em fazer aquilo rapidinho, aquilo, e também aquilo... Não perca uma chance sequer!
Estou aprendendo a cada dia que posso ser melhor, fazer o melhor e mudar para melhor. As outras coisas a mim serão acrescentadas. Afinal, viver é renascer a cada dia!
Adriano Utsch Egg/Todos os direitos reservados
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