O que os mais velhos não ensinaram, a vida nos ensina...
Ensina que a única certeza é a que ontem chegamos e amanhã partiremos. Nesse ínterim, o hoje, é não estar certo se vai chover, fazer frio ou calor, mas entendidos de que viveremos de acordo com as nossas intensidades e entregas.
Ensina que somos capazes de superar a perda, por maior que ela seja... Porque aprendemos que somos donos apenas do que não vemos, e o que não vemos está sempre bem guardado dentro de cada um de nós.
Ensina que não estamos prontos para coisa alguma, e que a reticência só dá lugar ao ponto final quanto estivermos completamente terminados. Os que estavam prontos, já assinaram a ultima página da história de suas vidas, realizadamente, terminadas.
Ensina que devemos estar preparados... Pessoas vão nos ferir e nos magoar sem que elas se deem conta disso; e sem percebermos, vamos também ferir e magoar pessoas... Mas, cicatriz só vai ficar se permitirmos que as feridas e magoas sejam maiores que o sentimento que nos ligam às pessoas.
Ensina que a paixão não é louca e que o amor não é bonzinho. Loucura e bondade são qualidades que estão na atitude das pessoas. Vilão ou mocinho são as pessoas, não os sentimentos. Ensina, também, que o ódio é a mediocridade do coração que não soube amar e não sabe perdoar-se.
Ensina que não é preciso lamentar quando o nosso melhor, dado a quem está/esteve ao nosso lado, não é/foi retribuído na mesma proporção e qualidade. O mais importante é doar-se pela certeza que seremos lembrados como alguém que passou e tatuou, ainda que com curtas linhas.
Ensina que a “outra metade” só existe para os que querem ser inteiro, e o “inteiro” só para os que querem ser metade. Ser “metade” só é válido quando caídos, não conseguimos levantar; e ser “inteiro” só quando de pé, não temos em quem se apoiar.
Ensina que não existe agulha no palheiro, pois é a procura que nos torna cegos; perdidos enquanto procuramos, somos achados quando não esperamos. Ensina, ainda, que a “Lei de Murphy” só atrai a alma do pessimista, pois ela nunca foi/é capaz de romper os seus próprios limites, vencer os seus medos e enfrentar os seus fantasmas.
... A vida nos ensina... Ensina que para sermos mais fortes é preciso olhar para o passado, pois nele está as referências para o futuro que construímos no presente. Ensina, ainda, que podemos não saber sobre tudo, mas devemos saber tudo sobre nós!
Ensina que a única certeza é a que ontem chegamos e amanhã partiremos. Nesse ínterim, o hoje, é não estar certo se vai chover, fazer frio ou calor, mas entendidos de que viveremos de acordo com as nossas intensidades e entregas.
Ensina que somos capazes de superar a perda, por maior que ela seja... Porque aprendemos que somos donos apenas do que não vemos, e o que não vemos está sempre bem guardado dentro de cada um de nós.
Ensina que não estamos prontos para coisa alguma, e que a reticência só dá lugar ao ponto final quanto estivermos completamente terminados. Os que estavam prontos, já assinaram a ultima página da história de suas vidas, realizadamente, terminadas.
Ensina que devemos estar preparados... Pessoas vão nos ferir e nos magoar sem que elas se deem conta disso; e sem percebermos, vamos também ferir e magoar pessoas... Mas, cicatriz só vai ficar se permitirmos que as feridas e magoas sejam maiores que o sentimento que nos ligam às pessoas.
Ensina que a paixão não é louca e que o amor não é bonzinho. Loucura e bondade são qualidades que estão na atitude das pessoas. Vilão ou mocinho são as pessoas, não os sentimentos. Ensina, também, que o ódio é a mediocridade do coração que não soube amar e não sabe perdoar-se.
Ensina que não é preciso lamentar quando o nosso melhor, dado a quem está/esteve ao nosso lado, não é/foi retribuído na mesma proporção e qualidade. O mais importante é doar-se pela certeza que seremos lembrados como alguém que passou e tatuou, ainda que com curtas linhas.
Ensina que a “outra metade” só existe para os que querem ser inteiro, e o “inteiro” só para os que querem ser metade. Ser “metade” só é válido quando caídos, não conseguimos levantar; e ser “inteiro” só quando de pé, não temos em quem se apoiar.
Ensina que não existe agulha no palheiro, pois é a procura que nos torna cegos; perdidos enquanto procuramos, somos achados quando não esperamos. Ensina, ainda, que a “Lei de Murphy” só atrai a alma do pessimista, pois ela nunca foi/é capaz de romper os seus próprios limites, vencer os seus medos e enfrentar os seus fantasmas.
... A vida nos ensina... Ensina que para sermos mais fortes é preciso olhar para o passado, pois nele está as referências para o futuro que construímos no presente. Ensina, ainda, que podemos não saber sobre tudo, mas devemos saber tudo sobre nós!

Maravilhoso!
ResponderExcluirParabéns!
parabéns pelo lindo texto
ResponderExcluirObrigado, Anônimo e Rhader! Fiz um vídeo com o texto, já assistiram? Abraço. =D
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