Os EUA querem reaver sua riqueza a partir de um “sopão” a base de ingredientes que, de tão inusitados, chegam a causar bulimia antes mesmo de ser saboreado. Por ironia de um destino cruel, que zomba na cara da sua prepotência, agora estão a favor da anorexia na sociedade em rede. E é claro, com um discurso altruísta e benevolente ao ritmo americano.
Tramitam na Câmara e no Senado dos EUA projetos de lei para reprimirem e punirem a pirataria de produtos nas indústrias fonográfica e de cinema. Nada mais, nada menos que a proibição ao acesso livre aos produtos das maiores indústrias do mundo da música e do cinema: Disney, Universal, Paramount, Warner Bros e tantos outros gigantes que ditam as regras, ou melhor, os ingredientes para SOPA e os ventos para empinar PIPA. Querem todos assentados nos bancos do já “deserto” Central Park para brincarem com a nova PIPA e degustarem a quentíssima SOPA, tudo feito com a magia e encanto dos chefões do "halloween econômico" norte-americano. Mas a regra é: nada de democratizar o acesso. Os direitos de propriedade intelectual da SOPA e da PIPA é Made in EUA, mas sem o ISO 9001, por favor!
Tudo pela coragem de não ficar ainda mais pobre. Tudo pelo retorno ao prazer dos tempos de glória das receitas bilionárias das grandes gravadoras e estúdios de filmes. Afinal, a riqueza não pode se concentrar na minoria jovem, à la Mark Zuckerberg, que tomaram o poder pela internet, menos ainda deixar que os tão jovens empreendedores da geração “Y” tomem conta do mundo. Eles não podem, tem que deixar a tradição perpetuar para além dos cabelos brancos. É o grande nacionalismo americano. Os idosos caquéticos ainda precisam dos holofotes, dos cliques de paparazzis. Estão ansiosos para voltarem a encabeçar a listas dos mais ricos do mundo pela revista Forbes.
Os EUA estão meio apagadinho, com notícias que abalam ainda mais sua economia e enfraquece seu poder ditatorial. Eles precisam retomar a atenção da mídia mundial com seu poder carismático para domínio absoluto, hoje nem tão disfarçado de gata borralheira que sequer sabe aonde reencontrar seu sapato de cristal, seu domínio e controle econômico. Mas o problema é como convencer o príncipe que o castelo continua lá, nos EUA.
Brasil, China, Índia, Japão, Rússia... Que nada! Quem é rei nunca perde a majestade, mesmo que o reino esteja com seus muros ao chão e seus cavalos sem seus cavaleiros. Vale lembrar que na história de Shrak, para subir ao trono do palácio, tem que parecer forte como o ogro, mesmo que o ser porco seja um instinto, caso contrário, nem princesa Fiona e nem reinado, a menos que consiga a camaradagem de um burrinho tagarela que acha que pode conduzir a tropa. Até a Disney soube dizer isso muito bem. Que tal aquele gesto americano com o polegar e o indicador que todos já sabem? “Ok”?!
Então, recapitulando... Todos engolindo SOPA e admirando PIPA, sem se manifestarem! No final do ilusionismo de Obama, todos têm que fazer cara de paisagem, porque a sociedade global vai ter que se acostumar sem o gurú Google, sem o terceiro olho Youtube, ou sem a mega vitrine Facebook e a "águia-correio" Twitter. Faz parte dos ingredientes. Claro, gente! Os americanos estão emocional e orgulhosamente abalados... E seus pés estão doloridos de tanto andarem em círculo para reduzir o crescente índice de desemprego no país. Isso sem mencionar os calos em suas mãos que não são frutos de um trabalho limpo, mas de carregar e manusear um arsenal de guerra antiterrorista. Na verdade, terrorismo mesmo é viver com a lembrança de que a caça ao terror deixaram eles terrivelmente com os bolsos vazios. Esse povo sabe o que faz. Só não sabe por onde (re)começar.
Tramitam na Câmara e no Senado dos EUA projetos de lei para reprimirem e punirem a pirataria de produtos nas indústrias fonográfica e de cinema. Nada mais, nada menos que a proibição ao acesso livre aos produtos das maiores indústrias do mundo da música e do cinema: Disney, Universal, Paramount, Warner Bros e tantos outros gigantes que ditam as regras, ou melhor, os ingredientes para SOPA e os ventos para empinar PIPA. Querem todos assentados nos bancos do já “deserto” Central Park para brincarem com a nova PIPA e degustarem a quentíssima SOPA, tudo feito com a magia e encanto dos chefões do "halloween econômico" norte-americano. Mas a regra é: nada de democratizar o acesso. Os direitos de propriedade intelectual da SOPA e da PIPA é Made in EUA, mas sem o ISO 9001, por favor!
Tudo pela coragem de não ficar ainda mais pobre. Tudo pelo retorno ao prazer dos tempos de glória das receitas bilionárias das grandes gravadoras e estúdios de filmes. Afinal, a riqueza não pode se concentrar na minoria jovem, à la Mark Zuckerberg, que tomaram o poder pela internet, menos ainda deixar que os tão jovens empreendedores da geração “Y” tomem conta do mundo. Eles não podem, tem que deixar a tradição perpetuar para além dos cabelos brancos. É o grande nacionalismo americano. Os idosos caquéticos ainda precisam dos holofotes, dos cliques de paparazzis. Estão ansiosos para voltarem a encabeçar a listas dos mais ricos do mundo pela revista Forbes.
Os EUA estão meio apagadinho, com notícias que abalam ainda mais sua economia e enfraquece seu poder ditatorial. Eles precisam retomar a atenção da mídia mundial com seu poder carismático para domínio absoluto, hoje nem tão disfarçado de gata borralheira que sequer sabe aonde reencontrar seu sapato de cristal, seu domínio e controle econômico. Mas o problema é como convencer o príncipe que o castelo continua lá, nos EUA.
Brasil, China, Índia, Japão, Rússia... Que nada! Quem é rei nunca perde a majestade, mesmo que o reino esteja com seus muros ao chão e seus cavalos sem seus cavaleiros. Vale lembrar que na história de Shrak, para subir ao trono do palácio, tem que parecer forte como o ogro, mesmo que o ser porco seja um instinto, caso contrário, nem princesa Fiona e nem reinado, a menos que consiga a camaradagem de um burrinho tagarela que acha que pode conduzir a tropa. Até a Disney soube dizer isso muito bem. Que tal aquele gesto americano com o polegar e o indicador que todos já sabem? “Ok”?!
Então, recapitulando... Todos engolindo SOPA e admirando PIPA, sem se manifestarem! No final do ilusionismo de Obama, todos têm que fazer cara de paisagem, porque a sociedade global vai ter que se acostumar sem o gurú Google, sem o terceiro olho Youtube, ou sem a mega vitrine Facebook e a "águia-correio" Twitter. Faz parte dos ingredientes. Claro, gente! Os americanos estão emocional e orgulhosamente abalados... E seus pés estão doloridos de tanto andarem em círculo para reduzir o crescente índice de desemprego no país. Isso sem mencionar os calos em suas mãos que não são frutos de um trabalho limpo, mas de carregar e manusear um arsenal de guerra antiterrorista. Na verdade, terrorismo mesmo é viver com a lembrança de que a caça ao terror deixaram eles terrivelmente com os bolsos vazios. Esse povo sabe o que faz. Só não sabe por onde (re)começar.
Adriano Utsch Egg/todos os direitos reservados

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