Hoje, as pessoas são (re) conhecidas pelo seu diferencial. A originalidade das ideias e do comportamento tem o incrível poder de atrair pessoas, conquistar admiração e gerar um grande potencial nas (inter) relações.
O ser “igual” ou “semelhante” está fadado ao "desprezo", ao olhar sem graça de quem espera a união de várias forças que se complementam. O mundo está cheio de cópias que sequer sabem sua origem, aonde vão ou querem chegar. Multidão sem identidade, essência, assinatura.
O ser “igual” ou “semelhante” está fadado ao "desprezo", ao olhar sem graça de quem espera a união de várias forças que se complementam. O mundo está cheio de cópias que sequer sabem sua origem, aonde vão ou querem chegar. Multidão sem identidade, essência, assinatura.
O ser “diferente” não está basicamente em padrões estéticos como muitos acreditam, ele não se apóia em meras visões relâmpagos de quem passa por si ou por outro. Diferencial é o arrojo de sair da multidão e ocupar um espaço próprio, ser visto como quem é e quem faz a diferença, por menor que ela seja. É também o talento e habilidade de fazer a mesma coisa que outras pessoas, mas com um resultado surpreendentemente peculiar.
O diferencial não é ser bom em muitas coisas, mas é fazer bem e melhor aquilo que seu talento transformou em grande habilidade e competência. É despertar dentro de si o puro prazer de aprimorar quem você é e o que sabe, mediante a combinação de autoconfiança, conhecimento, oportunidade, ação e ousadia.
As pessoas que apresentaram ao mundo uma forma diferente de pensar, agir e fazer estão em constante ascensão ou, no mínimo, eternizadas na memória de muitos. É século XXI. As pessoas buscam fugir do comum, do mundo previsível que nada tem de atraente ao olha de pessoas cada dia mais exigentes.
Não se trata da busca por status ou glória, senão a original façanha de ser visto pelo que é, não pelo que tem; notado pelo que faz, não pelo que deixou de fazer; e, é claro, ser lembrado como quem passou, moveu, mudou, transformou, inovou e fez toda a diferença numa, noutra ou em várias pessoas.
O diferencial não é ser bom em muitas coisas, mas é fazer bem e melhor aquilo que seu talento transformou em grande habilidade e competência. É despertar dentro de si o puro prazer de aprimorar quem você é e o que sabe, mediante a combinação de autoconfiança, conhecimento, oportunidade, ação e ousadia.
As pessoas que apresentaram ao mundo uma forma diferente de pensar, agir e fazer estão em constante ascensão ou, no mínimo, eternizadas na memória de muitos. É século XXI. As pessoas buscam fugir do comum, do mundo previsível que nada tem de atraente ao olha de pessoas cada dia mais exigentes.
Não se trata da busca por status ou glória, senão a original façanha de ser visto pelo que é, não pelo que tem; notado pelo que faz, não pelo que deixou de fazer; e, é claro, ser lembrado como quem passou, moveu, mudou, transformou, inovou e fez toda a diferença numa, noutra ou em várias pessoas.
(Adriano Utsch Egg / Todos os direitos reservados)

Falou a mais pura verdade e realidade. Nesta profissao voce tem que ser diferente e ousado para conseguir fazer a diferenca. Estou achando que aquela porta que conversamos mais cedo vai ser bem grande viu!!! Continue assim e sempre que tiver novidades por aqui me comunique. Abracos, Marcelo Froes
ResponderExcluirValeu, Marcelo! Avante, rumo ao alvo. kkk...
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